Amizade no Brasil é tão difícil!
Os laços de família são fortes demais.
Here you'll find comments and stories about my stay in Brazil; translations of Brazilian songs, poems, short stories and pieces of news; photographs. Also, some film and book reviews. In Spanish, Catalan, Portuguese and English.
Monday, March 09, 2009
Saturday, March 07, 2009
Still from New York*
(I wrote this more than a month ago; it was to be a post.)John Updike died last Tuesday [January, 27]. On Wednesday I didn't buy the newspaper, so I only got to know it on Thursday. I'll never again find his pieces of literary criticism in The New Yorker - which I read, regardless of the book or the author he so intelligently and deferentially dealt with. Once, while I spent some months sort of isolated in a house that my parents have in the Pyrenees, I relied on the company of one of his longest and probably best books - maybe least Updikish, too: In the Beauty of the Lilies. I used to read it seated on the grass, against a tree, by the lake. And the very first short story that I ever translated into Spanish, for my own sake, because I thought it was wonderful, was one of his. One about a middle-aged man, single, bitter, at odds with life, who discovers, back in his hometown, in a visit to his old-time optician, that he's still able to fall in love as foolishly as an adolescent. I still haven't found a better title for a short story: "The persistence of desire". That might well be what keep us all alive. "His stories", wrote Lorrie Moore - who is another of my dearest short story writers - "were jewels of existential comedy, domestic anguish and restraint. And his non-fiction!".
*Updike didn't like New York. He only went there when necessary, to visit some friends, or his editor, or to see some art exhibitions.
Thursday, March 05, 2009
Inici del conte "Encontros na península", de Milton Hatoum
Diumenge passat vaig acabar d'escriure el projecte de tesina i, com sempre que acabo alguna feina, treball de la universitat, conte, etc., em vaig voler fer un regal. Vaig anar a la llibreria Saraiva i vaig comprar l'últim llibre de l'escriptor brasiler (de Manaus) Milton Hatoum: A cidade ilhada. Aquest és l'inici (només l'inici) d'un dels millors contes del llibre (és fàcil de llegir, sembla escrit en català).
O ano é 1980: agosto, muito calor em Barcelona. E pencas de turistas barulhentos, como hordas de bárbaros vindos do Norte. Eu procurava um emprego naquele verão de jejuns forçados; ganhar pesetas com traduções era difícil, mas qualquer serviço seria bem-vindo: balconista de uma mercearia de Gracia, garçom no bairro Gótico ou nas tascas do velho porto mediterrâneo. Então o acaso saiu da sombra e o telefone tocou. Uma mulher havia lido um cartaz no Centro de Estudos Brasileiros: ensina-se português do Brasil. Victoria Soller queria aprender português. Fui vê-la no endereço que me deu: um apartamento num palacete modernista, travessa da avenida Diagonal.
Uma mocinha morena, alta e magra abriu a porta: Fique à vontade. O que deseja beber?
Água, respondi timidamente.
A sra. Soller já vem.
Na sala observei quadros de Miró e Antoni Tàpies e uma gravura do século XIX com a figura de Tirant lo Blanc no palco de uma batalha. Uma sala catalã. Daí a poucos minutos a sra. Soller apareceu: da minha altura, só um pouco mais magra que as mulheres de Monet. E mais bonita que as figuras femininas dos pintores impressionistas. Victoria quis saber quem era eu, e de onde era. Um estudante brasileiro, eu disse. Um ex-bolsista de um instituto de Madri. E acrescentei: Um escritor brasileiro inédito, à procura de um emprego.
Já tens um emprego, ela disse. E só porque és brasileiro.
A pátria me salvou neste verão, pensei. Picado de curiosidade, perguntei por que ela queria aprender o português falado no Brasil.
Não quero falar, ela disse com firmeza. Quero ler Machado de Assis.
Corrigi o que havia pensado: o sentimento íntimo do país me salvou a tempo.
E, para impressionar minha futura aluna, eu disse em catalão: Molt bé. E por que a senhora quer ler Machado?
O ano é 1980: agosto, muito calor em Barcelona. E pencas de turistas barulhentos, como hordas de bárbaros vindos do Norte. Eu procurava um emprego naquele verão de jejuns forçados; ganhar pesetas com traduções era difícil, mas qualquer serviço seria bem-vindo: balconista de uma mercearia de Gracia, garçom no bairro Gótico ou nas tascas do velho porto mediterrâneo. Então o acaso saiu da sombra e o telefone tocou. Uma mulher havia lido um cartaz no Centro de Estudos Brasileiros: ensina-se português do Brasil. Victoria Soller queria aprender português. Fui vê-la no endereço que me deu: um apartamento num palacete modernista, travessa da avenida Diagonal.
Uma mocinha morena, alta e magra abriu a porta: Fique à vontade. O que deseja beber?
Água, respondi timidamente.
A sra. Soller já vem.
Na sala observei quadros de Miró e Antoni Tàpies e uma gravura do século XIX com a figura de Tirant lo Blanc no palco de uma batalha. Uma sala catalã. Daí a poucos minutos a sra. Soller apareceu: da minha altura, só um pouco mais magra que as mulheres de Monet. E mais bonita que as figuras femininas dos pintores impressionistas. Victoria quis saber quem era eu, e de onde era. Um estudante brasileiro, eu disse. Um ex-bolsista de um instituto de Madri. E acrescentei: Um escritor brasileiro inédito, à procura de um emprego.
Já tens um emprego, ela disse. E só porque és brasileiro.
A pátria me salvou neste verão, pensei. Picado de curiosidade, perguntei por que ela queria aprender o português falado no Brasil.
Não quero falar, ela disse com firmeza. Quero ler Machado de Assis.
Corrigi o que havia pensado: o sentimento íntimo do país me salvou a tempo.
E, para impressionar minha futura aluna, eu disse em catalão: Molt bé. E por que a senhora quer ler Machado?
Tuesday, March 03, 2009
A ciegas
Por fin llega a España Ensaio sobre a cegueira, de Fernando Meirelles - con el título de A ciegas (?). Vale la pena. Aunque sólo sea para ver a Alice Braga. No, en serio: vale la pena, es una buena película, arriesgada y dura. Muestra, una vez más, cómo somos los seres humanos - y, en especial, los hombres. Con una gran actuación de Julianne Moore. Y una increíble ciudad de São Paulo posapocalíptica. Y... Alice Braga :)
Monday, March 02, 2009
Escaping from what?
This is a very interesting story from Friday's New York Times. This girl, Hannah, 23, teacher of Spanish, went running on Riverside Drive*, New York, last August, and was found three weeks later floating on the river Hudson - alive. What happened during those three weeks nobody knows, not even she. Security cameras recorded her in the Apple store, as well as in some Starbucks. For people who like categorizing, psychiatrists call it "dissociative fugue". But reading it I thought it was more amazing than that.*Try looking at New York City using Google Earth. It's like flying between buildings, over parks and squares...
Sunday, March 01, 2009
Cinema está cada vez pior 3
O cinema continua em estado catastrófico (vejam os últimos Oscar, por exemplo, tirando Milk), mas há anos especialmente bons para o cinema espanhol. São os anos com filmes da dupla Almodóvar & Amenábar, que sempre coincidem, e 2009 - ano II da crise econômica mundial - é um deles. O primeiro estréia Los abrazos partidos, com Penélope Cruz e Lluís Homar, e ainda não tem um trailer digno do nome; o segundo estréia Ágora, com Rachel Weisz. Eu não sabia onde estava metido Amenábar desde Mar Adentro, mas ao que parece não perdeu o tempo, olhem o primeiro trailer do filme (o Sullivan, colega de mestrado, fanático pelas sete maravilhas do mundo antigo, vai vibrar). (Façam click em High Quality, seta no ângulo inferior direito.)
Friday, February 27, 2009
Felicidade clandestina, de Clarice Lispector
Este livro de contos* tem me acompanhado na primeira semana em Porto Alegre depois das férias. Como sempre com Clarice, que grande prazer, se se lê com atenção! Entre meus preferidos, "Miopia progressiva", "A legião estrangeira", "Os desastres de Sofia", talvez o mais complexo, com uma vívida descrição do campo de recreio de um colégio, "A mensagem", sobre duas pessoas que viram amigas porque as duas sentem uma tal angústia ("A princípio, quando a moça disse que sentia angústia, o rapaz se surpreendeu tanto que corou e mudou rapidamente de assunto"), e "O ovo e a galinha", com muitas notas de humor ("a galinha tem muita vida interior"), que poderia virar, se não virou já, monólogo teatral (com uma atriz que soubesse colocar bem longas pausas). Os últimos cinco contos, mais breves, são só exercícios, segundo a escritora reconhece ("exercício de escrever, para me divertir"), mas na memória ficam os outros, não superáveis.(Não sabia que havia contos além dos de Laços de família. Graças às Anas do mestrado, Ana e Anna, Doutora e "sora", soube que havia este livro, e que ainda há outro...)
(Tentei traduzir ao catalão "Restos do Carnaval", conto de três páginas sobre uma menina fantasiada de rosa, itálico da escritora: não deu, amics, teria precisado de vários dias!)
*Comprado na grande Livraria LDM, de Salvador.




Tuesday, February 24, 2009
"Crise econômica"
"Crise econômica", na margem superior das páginas dos jornais, significa que o pai de um colega se matou. Por ter sido demitido, ter contas para pagar. Filhos, mulher.
Notas esportivas: Os fracos também vencem
Domingo meu Espanyol ganhou no estádio do Bar$elona pela primeira vez em vinte e tantos anos (acabando com uma invencibilidade de 22 jogos do Bar$a nesta temporada).
Com a colaboração do brasileiro Nenê, ex-Palmeiras e Santos, magnífico na jogada do primeiro gol.
(O campeonato espanhol é uma farsa, mas ganhar desse time sempre é uma alegria :p)
Com a colaboração do brasileiro Nenê, ex-Palmeiras e Santos, magnífico na jogada do primeiro gol.
(O campeonato espanhol é uma farsa, mas ganhar desse time sempre é uma alegria :p)
Thursday, February 19, 2009
Da série Como meu irmão é inteligente
Domingo dia 15 escrevi:
Janta no Largo de Santana [...]. Chega a Rosa. De um vendedor ambulante, [compramos] presente de grego para o Uri (ele não vai saber resolver). [...]
O Uri resolveu o treco em poucas horas, e agora, emocionado, diz que quer entrar para o MIT.
Janta no Largo de Santana [...]. Chega a Rosa. De um vendedor ambulante, [compramos] presente de grego para o Uri (ele não vai saber resolver). [...]
O Uri resolveu o treco em poucas horas, e agora, emocionado, diz que quer entrar para o MIT.
Wednesday, February 18, 2009
Da série Essas pequenas coisas que me chateiam
Um jovem de camiseta, bermuda e rabo de cavalo entra na lotação e senta ao meu lado no banco do fundo, onde o ar condicionado não chega e a suspensão é péssima. Os assentos à frente estão ocupados. Uma mulher desce, libera um. Eu olho para o jovem para ver se faz algum sinal de ir se levantar e ocupar o lugar vazio. O jovem se levanta e vai. Por que ele não olha para mim?
Qualquer semelhança dessa atitude com outras menos inócuas (em uma comunidade, em uma sociedade) não é mera coincidência.
Qualquer semelhança dessa atitude com outras menos inócuas (em uma comunidade, em uma sociedade) não é mera coincidência.
Monday, February 16, 2009
Em Salvador com meus pais e 4 (Praia do Forte)
Dia 13
Do ninho aberto esse dia nasceram 68 tartaruguinhas.
(Adorei as unhas cor de rosa da menina.)
Com comentários de minha mãe e muito oba-oba.

Uma onda levou esta tartaruga até minha havaiana. Eu a ajudei
quando ficou de barriga para cima.

Mais de perto.
Do ninho aberto esse dia nasceram 68 tartaruguinhas.
(Adorei as unhas cor de rosa da menina.)
Com comentários de minha mãe e muito oba-oba.
Uma onda levou esta tartaruga até minha havaiana. Eu a ajudei
quando ficou de barriga para cima.
Mais de perto.
Sunday, February 15, 2009
Em Salvador com meus pais 3
Dia 12
Caminhada pela orla. Pais visitam o Forte e Farol da Barra, eu fico na Internet agradecendo mensagens de parabéns. Compras e almoço no Shopping Barra. Visita e compras (O Ateneu, Felicidade Clandestina, fotos de Pierre Verger) na Livraria LDM, Rua Direita da Piedade, onde trabalha o Ronaldo. Breve siesta no Hotel. Encontro com a Rose na Praça da Sé. Pais, compras. Com a Rose, sorvete e bate-papo. Assistimos ao show de música e luz no Terreiro de Jesus. Passeio pelo Rio Vermelho. Chega o Ronaldo. Janta no Largo de Santana (origem e final de tudo, o nosso Salvador): acarajé, vatapá, cerveja, beiju. Chega a Rosa. De um vendedor ambulante, presente de grego para o Uri (ele não vai saber resolver). Pai gosta mais de acarajé, mãe gosta mais de beiju. Pais se despedem. Conversa, risos, bangue-bangue verbal entre o Ronaldo e a Rosa. Despedida com lindo presente da Rose, presente especial (são frases dela) que abro e leio no Hotel.

Praia do Porto da Barra.

No Farol da Barra.
(Fotos: Josep.)
Caminhada pela orla. Pais visitam o Forte e Farol da Barra, eu fico na Internet agradecendo mensagens de parabéns. Compras e almoço no Shopping Barra. Visita e compras (O Ateneu, Felicidade Clandestina, fotos de Pierre Verger) na Livraria LDM, Rua Direita da Piedade, onde trabalha o Ronaldo. Breve siesta no Hotel. Encontro com a Rose na Praça da Sé. Pais, compras. Com a Rose, sorvete e bate-papo. Assistimos ao show de música e luz no Terreiro de Jesus. Passeio pelo Rio Vermelho. Chega o Ronaldo. Janta no Largo de Santana (origem e final de tudo, o nosso Salvador): acarajé, vatapá, cerveja, beiju. Chega a Rosa. De um vendedor ambulante, presente de grego para o Uri (ele não vai saber resolver). Pai gosta mais de acarajé, mãe gosta mais de beiju. Pais se despedem. Conversa, risos, bangue-bangue verbal entre o Ronaldo e a Rosa. Despedida com lindo presente da Rose, presente especial (são frases dela) que abro e leio no Hotel.
Praia do Porto da Barra.
No Farol da Barra.
(Fotos: Josep.)
Friday, February 13, 2009
Em Salvador com meus pais 2
Dia 11
Visita à Igreja Senhor do Bonfim. Caminhada de um kilômetro até a Ponta de Humaitá (pai: "Aqui não tem turistas..."), visita ao Forte de Mont' Serrat, com vistas da cidade, a Praia de Boa Viagem e a Igreja de Mont' Serrat. Passeio no Campo Grande. Almoço no restaurante ao peso do Teatro Castro Alves (dia 13 toca Manu Chao). Café no bahiacafe.com (mãe, abacaxi com hortelã). Siesta no Hotel. Encontro com a Rose (LINDA!). Visita ao Museu de Arte Moderna, MAM, incluído o Parque das Esculturas (não lembro de museu com localização melhor; obras fantásticas). Caminhada até o Elevador, iluminado de azul. Breve passeio pelo Pelourinho (mãe compra presentes). Encontro com o Ronaldo (Figura). Janta de aniversário em nossa pizzaria preferida do Pelô (localização secreta). Lindos presentes da Rose, a Rosa e o Ronaldo. Ronaldo feliz por ter entrado na UFBA. Eu feliz por estar com eles e meus pais. Ronaldo crítico com a decoração do Carnaval ("Parece que a Bahia está triste"). Eu feliz por envelhecer dois anos seguidos em Salvador com meus amigos.

De parabéns por ter esses pais e esses amigos.
Visita à Igreja Senhor do Bonfim. Caminhada de um kilômetro até a Ponta de Humaitá (pai: "Aqui não tem turistas..."), visita ao Forte de Mont' Serrat, com vistas da cidade, a Praia de Boa Viagem e a Igreja de Mont' Serrat. Passeio no Campo Grande. Almoço no restaurante ao peso do Teatro Castro Alves (dia 13 toca Manu Chao). Café no bahiacafe.com (mãe, abacaxi com hortelã). Siesta no Hotel. Encontro com a Rose (LINDA!). Visita ao Museu de Arte Moderna, MAM, incluído o Parque das Esculturas (não lembro de museu com localização melhor; obras fantásticas). Caminhada até o Elevador, iluminado de azul. Breve passeio pelo Pelourinho (mãe compra presentes). Encontro com o Ronaldo (Figura). Janta de aniversário em nossa pizzaria preferida do Pelô (localização secreta). Lindos presentes da Rose, a Rosa e o Ronaldo. Ronaldo feliz por ter entrado na UFBA. Eu feliz por estar com eles e meus pais. Ronaldo crítico com a decoração do Carnaval ("Parece que a Bahia está triste"). Eu feliz por envelhecer dois anos seguidos em Salvador com meus amigos.
De parabéns por ter esses pais e esses amigos.
Wednesday, February 11, 2009
Em Salvador com meus pais
Dia 9
Passeio noturno no Pelourinho, janta no restaurante Sorriso da Dada: bolinhos de bacalhau, casquinha da Dada (camarão com queijo), casquinha de siri, moqueca mixta (peixe e camarão) como prato principal. (Pai gosta mas não acha o pirão "demais".)
Dia 10
Visita ao Terminal Marítimo, o Mercado Modelo (e o subsolo tétrico do mercado), o Elevador, a Praça da Sé. Sucos no bahiacafe.com (mãe adora o de abacaxi com hortelã). Visita ao Museu Afro-Brasileiro (já o visitei, saio antes, espero tomando café, escuto "Vamos fazer um filme" ("e ho-jem di-a / comoé que se diz eu te a-a-mo"), tocando no rádio). Passeio pelo Pelô. Mãe compra colares. Fundação Jorge Amado. Almoço na praça de alimentação do Shopping Lapa (mãe não gosta do buffet vegetariano em frente da Livraria LDM). Café no exterior do shopping, local bonitinho, três mesinhas. Reservas de hotel em Praia do Forte no Barra Shopping (cara muito gentil, mas muito demorado). Breve siesta no Hotel. Breve assistência à missa na Igreja de São Francisco, riquíssimo interior barroco de madeira e pão de ouro, iluminado, lindo. Três caipirinhas no bar do Albergue Laranjeiras. Encontro com a Rose (linda!). (Pai: "A caipirinha me subiu à cabeça...".) Gerônimo na Escadaria da Igreja do Passo (só duas ou três músicas). Grupo de crianças tocando percussão na rua. Quatro crepes no Laranjeiras. Travesti famoso (não lembro o nome) no Largo Tereza Batista (algumas músicas), logo, pagodeiro (Rose: "Ele grita mais do que canta"), embora. Samba na Praça Quincas Berro d'Água. Pais sentam. (Pai: "Nunca vi tanta animação na rua"). Pais embora. Samba com a Rose. Papo em dia até que o samba termina.

Vista desde o Elevador Lacerda.

Largo do Pelourinho desde a Fundação Jorge Amado.
(Fotos: Josep.)
Passeio noturno no Pelourinho, janta no restaurante Sorriso da Dada: bolinhos de bacalhau, casquinha da Dada (camarão com queijo), casquinha de siri, moqueca mixta (peixe e camarão) como prato principal. (Pai gosta mas não acha o pirão "demais".)
Dia 10
Visita ao Terminal Marítimo, o Mercado Modelo (e o subsolo tétrico do mercado), o Elevador, a Praça da Sé. Sucos no bahiacafe.com (mãe adora o de abacaxi com hortelã). Visita ao Museu Afro-Brasileiro (já o visitei, saio antes, espero tomando café, escuto "Vamos fazer um filme" ("e ho-jem di-a / comoé que se diz eu te a-a-mo"), tocando no rádio). Passeio pelo Pelô. Mãe compra colares. Fundação Jorge Amado. Almoço na praça de alimentação do Shopping Lapa (mãe não gosta do buffet vegetariano em frente da Livraria LDM). Café no exterior do shopping, local bonitinho, três mesinhas. Reservas de hotel em Praia do Forte no Barra Shopping (cara muito gentil, mas muito demorado). Breve siesta no Hotel. Breve assistência à missa na Igreja de São Francisco, riquíssimo interior barroco de madeira e pão de ouro, iluminado, lindo. Três caipirinhas no bar do Albergue Laranjeiras. Encontro com a Rose (linda!). (Pai: "A caipirinha me subiu à cabeça...".) Gerônimo na Escadaria da Igreja do Passo (só duas ou três músicas). Grupo de crianças tocando percussão na rua. Quatro crepes no Laranjeiras. Travesti famoso (não lembro o nome) no Largo Tereza Batista (algumas músicas), logo, pagodeiro (Rose: "Ele grita mais do que canta"), embora. Samba na Praça Quincas Berro d'Água. Pais sentam. (Pai: "Nunca vi tanta animação na rua"). Pais embora. Samba com a Rose. Papo em dia até que o samba termina.
Vista desde o Elevador Lacerda.
Largo do Pelourinho desde a Fundação Jorge Amado.
(Fotos: Josep.)
Friday, February 06, 2009
Monday, February 02, 2009
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