Here you'll find comments and stories about my stay in Brazil; translations of Brazilian songs, poems, short stories and pieces of news; photographs. Also, some film and book reviews. In Spanish, Catalan, Portuguese and English.
Saturday, September 29, 2007
POATV
Empiezan hoy las emisiones de la nueva TV de Roger: Porto Alegre Te Ve
Programa: "Eu sou colorado sim" / "Yo también soy del Internacional"
Wednesday, September 26, 2007
Mano Brown
Comentarios del rapper Mano Brown, líder del grupo Racionais MC's, entrevistado en el programa "Roda Viva", de TV Cultura (24/06/07).Monday, September 24, 2007
Show do Tom Zé (+ Pato Fu)
"Tu vai ao show do Tom Zé
+
=
– Nossa Roger, que legal, acho muito o Tom um artista Alternativo, Autêntico, aliás o único! Vai tirar foto, vai gravar, manda elas pra mim e pra Rose, pois ela também gosta do Tom Zé!" (Ronaldo)
O show do Tom Zé foi estranho... Esse último disco não tem letras (ele fala no vídeo: "Foi feito por causa da juventude que respondendo uma pesquisa da MTV disse que era hedonista, egoísta, consumista... O disco não tem nem uma palavra porque uma das respostas da juventude foi quando perguntaram sobre letra de música eles falaram: 'não gostamos'"). Então tem uma música com espirros, outra que é sempre "why why why", e por aí vai. Nessa parte, gostei mais do que ele falava entre as músicas do que das próprias músicas. Mas depois, fechando os olhos, comecei a curtir a música mesmo, os ritmos, as sonoridades esquisitas, a força... Isso foi bom. E no final a gente acabou dançando o "Xique xique" e o "Companheiro Bush" (Se você já sabe / quem vendeu aquela bomba pro Iraque, / desembuche. / Eu desconfio que foi o Bush...). Gostei também duma canção sobre prostituição infantil, "O PIB da PIB" (Imagine um gringo daquele tamanho / em cima da criança pobre nordestina, / sufocada, magricela, seca, pequenina. / Ah, Nossa Senhora minha).
E a Fernanda... Não falei na Fernanda Takai (Pato Fu) ainda... Ela é realmente uma gatinha, super linda e super simpática. Fui no pocket show, na Livraria Cultura. E fiquei a quatro metros dela, num auditório para umas 100 pessoas só. Cantou 6 músicas, e achei o John muito simpático também. Depois teve sessão de autógrafos, e se formou uma filona. As pessoas não só queriam autógrafo no CD, queriam também foto com eles (todo o mundo com sua câmera digital, e os artistas sempre sorrindo -paciência!). Desisti, fiquei olhando a Fernanda de perto mais um tempo, e, em vez do CD, comprei o livro Ninguém é inocente em São Paulo, do Ferréz, muito bom, sobre a vida na periferia paulistana.
E... maravilha! Acabei de descobrir que alguém gravou uma música desse pocket show ao que eu assisti! A mais fantástica, com a Fernanda usando um boneco comprado no Japão e um Casiotone!!!! (Maravilha mesmo! A gente nem precisa levar sua câmera pra os lugares!)
E TEM MAIS, EU APAREÇO!!! HAHAHAHAHAHA
Friday, September 21, 2007
Da Folha para vocês 4 (Piloto genial, gênio nem tanto, de Fábio Seixas)
Una de las varias idiosincrasias de la Fórmula 1, una de las más perceptibles en los bastidores de la categoría, son los ciclos de periodistas que frecuentan las salas de prensa.
Ingleses e italianos siempre han sido parte del paisaje, siempre lo serán. El resto fluctúa en función de los resultados.
A principios de los 90, los bancos estaban llenos de franceses y brasileños. Y no hace falta mucha perspicacia para imaginar el flujo siguiente: alemanes. Hace cuatro años, llegaron los españoles. "As", "Marca", "El País", "Tele 5", "Mundo Deportivo", todos, hoy, viajan a los Grandes Premios.
Mucho antes de esta última invasión, sin embargo, estaba José María Rubio. Periodista y fotógrafo, Rubio iba contra la marea. En un país que rendía culto al motociclismo, se empeñaba en cubrir su pasión, la F-1, y fue, durante años y años, el único español en el Mundial.
Hasta que llegó Alonso.
Un chico humilde de Oviedo, medio perdido en ese gran mundo.
¿Un compatriota necesitado de ayuda? Rubio no lo dudó. Sin esconder su satisfacción, se olvidó por un tiempo de su faceta de periodista y lo adoptó.
Era él quien explicaba y enseñaba al joven piloto los entresijos y trampas de aquel ambiente. Era él quien transportaba a Alonso arriba y abajo, quien le presentaba a las personas.
Recuerdo la alegría juvenil del viejo periodista cuando Alonso obtuvo su única victoria en la F-3000, en Spa. Y recuerdo haber invitado a un emocionado Rubio a hablar en la radio Bandeirantes cuando Alonso daba la última vuelta el día de su primera victoria en la F-1, en 2003, en Hungría. Y recuerdo cruzarme con el colega en el aeropuerto de Bahrein en 2004: era de madrugada, estreno en ese país de la F-1, y él, receloso de que su amigo se perdiera, estaba allí, en el desembarque, con prontitud.
Y recuerdo a un fastidiado Rubio, en un minibús en Hockenheim, en 2005. Fastidiado, arrasado y triste.
Días antes, había publicado alguna crónica que desagradó a Alonso. Cuando llegó al motor-home de Renault, en vez de al amigo-pupilo-protegido, se encontró a un hostil piloto a punto de conquistar el Mundial. La entonces sensación de la F-1, la novedad que llegaba para desafiar al establishment, se negó a conversar con Rubio. Y lo expulsó del lugar.
Este mismo Alonso dividió al equipo Renault el año pasado, en el GP de Japón. Y ahora, en McLaren, no se habla con su jefe.
Piloto genial, frío y habilidoso, Alonso todavía no ha sido perjudicado por su temperamento. Todavía. Porque la F-1 ya ha dado muestras de saber librarse rápidamente de los estorbos, por más geniales que sean.
¿Ganará este Mundial? Mi apuesta es que sí. ¿Correrá en Renault en 2008? También creo que sí.
Entre una cosa y otra, unas vacaciones en las Islas Canarias o en Cuba, por ejemplo, le irían bien para colocar la cabeza en su sitio. Y salvar el pescuezo.
Thursday, September 20, 2007
Traduccions de Brasil 35 (A vida é um moinho, de Cartola)
Daniel de Oliveira interpretando a Cazuza interpretando la canción de Cartola (de la película Cazuza)
Hace aproximadamente un mes, entré en la cocina y le pregunté a mi abuela:
- Abuela, la vida es...
No esperaba que contestara "un molino", ni "un sueño"... Esperaba que dijera: "una noria"; o: "una tómbola".
Pero me miró y dijo como si me insultara:
- ¡UNA MIERDA!
Aún es pronto amor
Sólo empezaste a conocer la vida
Y ya anuncias la hora de partida
Sin saber qué rumbo tomarás
Presta atención, querida
Aunque sepa que estás decidida
En cada esquina pierdes un poco de vida
Y en poco tiempo no serás lo que eres hoy
Óyeme bien, amor
Presta atención, el mundo es un molino
Va a triturar tus sueños tan mezquinos
Va a reducir a polvo tu ilusión
Presta atención, querida
De cada amor heredarás sólo el cinismo
Sin darte cuenta estás al borde del abismo
Abismo que cavaste con tus pies
Saturday, September 15, 2007
As quatro estações
Várias coisas eu gostei no documental sobre Renato Russo ("Por Toda a Minha Vida") que passou ontem na TV Globo (algumas eu sabia por ter lido o livro de Arthur Dapieve em que o documental está baseado). 1) Renato cortou os pulsos quando era o Trovador Solitário, antes de formar a Legião Urbana. Provavelmente não com a intenção de se matar, mas... 2) Durante a gravação do primeiro CD, dois produtores desistiram, cansados de brigar com a banda. O terceiro quis fazê-lo também. Na dramatização, ele aparece no carro, sob a chuva, indo embora do estúdio, com Renato e Bonfá correndo atrás dele para tentar lhe convencer de voltar. "Você quer que a Legião seja a maior banda do rock nacional?", pergunta o produtor, chateado. "Quero." "Então segura a onda, Renato." Gostei muito dessa expressão, segura a onda, que eu tinha lido e até ouvido algumas vezes, mas cujo sentido só entendi realmente ontem. Não saberia traduzi-la. Segurar em espanhol é "agarrar", "sujetar"; onda é "ola", "ola del mar". (O "Força sempre!" com que Renato encerrava os shows seria uma versão desse "segura a onda"). 3) O último CD da Legião, A Tempestade, meu preferido, foi gravado três meses antes da morte de Renato, quando ele estava já muito doente. O que não sabia é que quase todas as músicas desse álbum foram first takes (Renato se recusou a regrava-las). 4) Foi legal ver de novo o trecho da entrevista em que Dado-Villalobos explica o que significa em português Legio Urbana Omnia Vincit, porque ele faz isso dum jeito muito querido, devagar, como falando para criança, como se ele mesmo estivesse descobrindo o significado da frase nesse momento. 5) O breve depoimento do filho, Giuliano, cuja música preferida, ele diz, é "Perfeição". (Só faltou, para mim, o depoimento que a mãe de Renato fez uma vez num outro programa, em que ela dizia que aquilo do que sentia mais saudade era do abraço do seu filho, um abraço muito forte que a envolvia. 6) Os peitinhos da Fernanda Lima, apresentadora do documental, quando aparece vestida de macacão (em espanhol, mono; mono de mecánico, tchê).
Friday, September 14, 2007
Tower of the Dead

Monoblock, 2003
This is the work I liked best at the exhibition dedicated to Argentinean artist Jorge Macchi in the 6ª Bienal do Mercosul, happening in Porto Alegre (September 1 - November 18, 2007).
(There is a very tiny space between the newspaper pages -you can't see that well in the pictures. And the pages are delicately pinned with needles.)
Tuesday, September 11, 2007
Abre caminho
Linda Bahia, lindo Rio Vermelho, lindo mar, lindo luar...
E isto, bem diferente, também é Bahia: Rebeca Matta cantando Tom Zé.
(Obrigadão, Rose.)
PS: Ganhei um ingresso para um show do Tom Zé aqui em Porto Alegre. Já vou contar.
