Tuesday, April 17, 2007

Dia de raiva 3

A la pel·lícula, Elephant, inspirada en la matança de Columbine, Gus Van Sant ensenyava com dos adolescents compraven dues metralladores per Internet i les muntaven a la sala d'estar de casa seva.

Al Brasil, on moren tants nens per armes de foc com a l'Orient Mitjà, es poden comprar armes gairebé amb la mateixa facilitat. I l'any passat, en el referèndum sobre el desarmament, els brasilers van votar massivament a favor de poder continuar comprant-les.

Well, keep it up, Americans, you're going the fucking right way.

Brasileiros, vocês também estão indo bem.

Guns don't kill. Men kill. (Ah, então tá.)

Mas tudo bem, que o que vem é perfeição.

4 comments:

Anonymous said...

a grande questão é que mudanças efetivas na segurança pública não devem ter o desarmamento como o primeiro passo.

roger said...

Um estado não falido tem o monopólio da violência para fazer
cumprir as leis. O problema nos Estados Unidos (é o que dizia meu room-mate em New York) é que a gente não acha que o estado garanta sua segurança. Lá, é que são doidos, porque o estado garante, sim. Aqui no Brasil até pode ser que o estado não sempre garanta, mas tem que o deixar fazer esse trabalho, e fazê-lo cada vez melhor. O que a maioria veio a dizer com seu voto nesse referendo é que o estado está falido. Então, tudo bem: armem-se, é o far-west.

Anonymous said...

I just read this comment on youtube:
blame it on the jungle mentality of public high schools, things are immediattely divided into cliques. I used to be kicked, thrown around, just going from one class to the next. I didn't fight back because if I did, I would be expelled and maybe not go to college.

roger said...

From The New Yorker:
Rural America is hunting country, and hunters need rifles and shotguns—with proper licensing, we’ll live with the risk. There is no reason that any private citizen in a democracy should own a handgun. At some point, that simple truth will register. Until it does, phones will ring for dead children, and parents will be told not to ask why.